terça-feira, 18 de outubro de 2016

VÍDEO: SERIADO O FUGITIVO

No início dos anos 1960, O Fugitivo foi um seriado que teve 120 episódios em quatro temporadas, três em branco e preto e só a ultima em cores.

O Ampulheta Virtual trás detalhes e curiosidades sobre esse trabalho que fez sucesso também no Brasil.


sexta-feira, 14 de outubro de 2016

TRIBUTO - 146



Morre Orival Pessini

O ator e humorista Orival Pessini morreu na madrugada desta sexta-feira, 14 de outubro, em São Paulo. O ator vinha lutando contra um câncer e tinha 72 anos.

Pessini deixou algumas personagens marcantes, principalmente entre crianças (Fofão) e jovens (Patropi), mas teve outros, muitos outros.

Nascido em Marília, o humorista era pai da cantora Simoni.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

GRANDES PROGRAMAS

FESTA BAILE
 
A partir de 1981, a TV Cultura procurou, de uma maneira inédita e que muitos apostavam que não daria certo, promover os então decadentes bailes de salão.

Ao invés de levar o casal até o baile, a Cultura resolveu trazer o baile até a sala do telespectador, com o programa Festa Baile.

A princípio o casal apresentador foi Francisco Petrônio e Branca Ribeiro e o programa era gravado no Clube Piratininga, em São Paulo, que se engalanava, com convidados chegando com suas melhores roupas. A orquestra do maestro Silvio Mazzuca dava o tom da qualidade aos números musicais.

Com o tempo o programa passou a ser comandado por Agnaldo Rayol e Branca Ribeiro (depois Cláudia Matarazzo), com as gravações acontecendo no Clube de Regatas Tietê, também na Capital Paulista.

A estreia aconteceu em 7 de março de 1981 e o programa primou por dar espaço a cantores,  cantoras e grupos musicais mais antigos, já fora da mídia, mas nem por isso sem talento. Muito pelo contrário. O programa saiu do ar em 1 de abril de 1989.


Depois que deixou a Cultura, Francisco Petrônio transferiu-se para a Record, onde apresentou o Grande Baile, no mesmo estilo, porém sem o mesmo sucesso.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

VÍDEO: SERIADO O INCRÍVEL HULK

Um dos seriados de grande sucesso em todo mundo nos anos 70, que ainda é reapresentado na TV brasileira.

Confira detalhes e curiosidades de O Incrível Hulk.

sábado, 1 de outubro de 2016

CADÊ VOCÊ - 32

BELEZA E SENSUALIDADE DE MYRNA
JACQUELINE MYRNA

Um dos primeiros sex symbols da televisão brasileira, não nasceu no Brasil. Embora imortalizando uma personagem francesa, ela era romena de nascimento. Para quem não sabe, a beldade é Jacqueline Myrna, estrela de vários programas humorísticos, cinema e teatro.

Bonita, sensual e objeto do desejo de muitos, ela foi eleita a “Certinha do Lalau” em dois anos seguidos. Certinha do lalau era um título criado pelo jornalista Stanislaw Ponte Preta que anualmente elegia as mulheres mais lindas do Brasil.

Com passagens pelas TV Record (A Praça da Alegria), TV Rio e Excelsior (Time Square) e outras, sua personagem mais marcante era a francesinha loura e ingênua, que sentava-se no banco da Praça da Alegria, ao lado de Manoel de Nóbrega.

Falando com sotaque Frances bastante arrastado arrancava risos ao dizer que era de “Arrrrrrrrarrrrrrrraquarrrrrrra”. E falava também que “Brrrrrrrrasileirrrrrro é tão bonzinho!!!”, bordão que depois foi usado por outra loura bonita, Kate Lyra.

FEZ FILME COM TARCÍSIO MEIRA
Em meados dos anos 70 a atriz simplesmente sumiu. Por anos ninguém mais ouvir falar dela ou a viu na telinha ou telona. Seu paradeiro tornou-se um mistério.

Atendendo hoje por Jackie Mitler, a atriz mora nos Estados Unidos, em Connecticut, está casada e é avó. No início dos anos 70 ela foi aos Estados Unidos filmar um seriado, acabou apaixonando-se e em nove meses estava casada e não mais voltou.

Ela nasceu Jacqueline Myrna Vulpes, na Romênia, em 4 de dezembro de 1944, ainda bebê mudou-se para a França e chegou ao Brasil na virada de 1960/1961.

FOTO MAIS RECENTE
Além dos programas de humor na televisão, fez vários filmes e rivalizava com Norma Bengell pelo título de Brigite Bardot brasileira. Contracenou com grandes nomes como Tarcísio Meira.

O nome do homem que conquistou o coração de Jacqueline Myrna não é conhecido. Mas com o sortudo ela teve a filha Victória, que casou-se com o americano Ken Pond e teve três filhos (dois garotos e uma menina).

Hoje, setentona, Jacqueline Myrna, ou Jackie Mitler, nem pensa em  retornar a carreira artística ou ao menos voltar ao Brasil.

A lembrança, principalmente para quem já chegou na casa dos 60 anos, segue muito grande e sempre viva. 

No vídeo de Rubens Faria Gonçalves, uma homenagem a artista.


quarta-feira, 28 de setembro de 2016

JOSÉ WILKER

GRANDES ATORES 3

JOSÉ WILKER


Um dos maiores atores do teatro, cinema e televisão do Brasil, José Wilker foi muito mais que isso: diretor, apresentador, locutor e crítico de cinema. Todas as atividades foram exercidas com extrema competência.

Nascido José Wilker Almeida, 20 de agosto de 1944, em Juazeiro do Norte, Ceará, Wilker começou como figurante em teatro, aos 13 anos, em Recife. Em 1967 mudou-se para o Rio, para estudar Sociologia na PUC, mas logo abandonou tudo para dedicar-se ao teatro.

Em 1970, já tendo ganho o Prêmio Molière de melhor ator na peça O arquiteto e o imperador da Assíria, foi convidado para sua primeira novela por Dias Gomes. Assim apareceu em Bandeira 2 , dando vida à Zelito, um dos filhos do bicheiro Tucão (Paulo Gracindo).

Seu primeiro protagonista foi em 1975, com Mundinho Falcão, em Gabriela, um marco da televisão brasileira.

Em sua carreira, Wilker colecionou papeis memoráveis: Rodrigo (Anjo Mau – 1976), Roque Santeiro (Roque Santeiro – 1985), Giovanni Improtta (Senhora do Destino – 2004) e inúmeros outros.

No cinema, só para citar alguns filmes, participou de Xica da Silva (1976), Bye Bye Brasil (1979), Guerra dos Canudos (1997) e imortalizou Vadinho em Dona Flor e seus dois Maridos (1976).

Em minisséries, atuou com destaque em Anos Rebeldes (1992), Agosto (1993), A Muralha (2000) e JK (2006). Todas as novelas e minisséries foram na Globo.

Dirigiu o humorístico Sai de Baixo (1996) e as novelas Louco Amor (1983) e Transas e Caretas (1984), ambas na Globo e em rápida passagem pela Manchete atuou e dirigiu Carmen (1987) e Campo Santo (1987).

Crítico de cinema por paixão, foi comentarista no canal Telecine, da Globosat, tendo também comentado para a Globo, várias edições de premiação do Oscar.

Seu último trabalho em TV foi Amor à Vida (2013). José Wilker morreu em 5 de abril de 2014, no Rio de Janeiro, na casa da mulher, a jornalista Cláudia Montenegro, vitimado por um infarto fulminante, enquanto dormia.


Por não estar doente, a notícia do falecimento pegou o Brasil de surpresa. O corpo do ator foi cremado.

sábado, 14 de maio de 2016

Cadê você?

Star Wars

Por Daniel Nápoli

O Ampulheta Virtual faz um resgate dos principais atores que estrelaram a primeira trilogia do clássico Star Wars.

De 1977, ano de lançamento de “Star Wars Episódio IV – Uma Nova Esperança” até os dias de hoje, muita coisa aconteceu. Alguns atores participaram da continuação da saga, outros faleceram ou se dedicaram a outros projetos. Segue a lista:


Mark Hamill
Consagrado no papel de Luke Skywalker, Hamill estrelou os três primeiros filmes da trilogia, entre os anos de 1977 e 1983. (“Uma Nova Esperança, “O Império Contra-Ataca” e “O Retorno de Jedi”). Após, o ator participou de outros projetos, como dublador (dando voz ao Coringa em uma série animada do Batman), além de atuar em alguns longas metragens e seriados.

Em 2015, aos 64 anos, Mark retomou seu personagem de destaque na continuação da franquia Star Wars, no “Episódio VII – O Despertar da Força”. O eterno Luke Skywalker já foi confirmado na continuação da saga, o Episódio VIII, sem título definido, com lançamento previsto para dezembro do ano que vem



Harrison Ford
Sem dúvida, este foi o ator que obteve a carreira mais bem sucedida pós-Star Wars. Projeto ao mundo como o contrabandista Han Solo, Ford ajudou a transformar o personagem em uma das figuras mais icônicas da história do cinema ao participar da primeira trilogia.

Durante sua trajetória na pele de Solo, Harrison conseguiu ganhar ainda mais projeção, estrelando outra franquia: “Indiana Jones”, que ganhará uma continuação, com lançamento previsto para 2019.

Além das franquias citadas, Ford participou de outros filmes de sucesso, como “Apocalipse Now”, “O Fugitivo”, “6 Dias e 7 Noites”,  e “A Testemunha”.

Ainda em Star Wars, o astro deu mais uma vez vida a Han Solo em “O Despertar da Força”. Aos 73 anos, o ator manteve a peculiaridade do personagem, que acabou morrendo na parte final do longa.

Porém se engana quem crê no fim da trajetória de Ford na franquia. Com nome confirmado nas filmagens do Episódio VIII, Harison deve voltar em cenas de flashback.



Carrie Fisher


















Eterna Princesa Leia Organa, a atriz virou símbolo sexual entre o final dos anos 1970 e início da década de 1980 e após participação nos Episódios IV, V e VI, a filha do cantor Eddie Fisher e da atriz Debbie Reynold, participou de outros filmes e seriados, porém de pouca relevância. 


















Em 2015, aos 59 anos de idade, voltou a encarnar Leia Organa, agora como General, em “O Despertar da Força”. Curiosamente, Carrie que tem participação confirmada no Episódio VIII, atuou ao lado de sua filha, Billie Lourde, nascida em 1992.



Alec Guiness













Na pele do Jedi Obi-Wan Kenobi, Alec indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante, pelo trabalho realizado em “Star Wars – Uma Nova Esperança (1977)”, chegou à franquia com uma respeitável carreira. 

Guiness anteriormente, havia conquistado o Oscar de Melhor ator em “A Ponte do Rio Kwai” em  1957, além de receber uma indicação pela atuação em “O Mistério da Torre” (1957).


No ano de 1980, em que participou do segundo filme de Star Wars, Alec foi homenageado com o “Oscar Honorário” em reconhecimento por suas memoráveis atuações. 

Após participar do terceiro filme da franquia (“O Retorno de Jedi”), no ano de 1983, Alec só voltou a atuar em 1988, em “Little Dorrit”, que lhe rendeu uma nova indicação ao Oscar, como melhor ator coadjuvante, no ano seguinte.
“Little Dorrit” foi o último trabalho no cinema, do ator que faleceu em 2000, aos 86 anos de idade, em Londres, na Inglaterra.




Peter Mayhew

















Conhecido por interpretar Chewbacca um dos mais queridos personagens da franquia Star Wars e consequentemente do universo cinematográfico, Peter Mayhew, teve seu ponto alto ao atuar na primeira trilogia (“Uma Nova Esperança”, “O Império Contra-Ataca” e “O Retorno de Jedi”).














Sem trabalhos de expressão, Mayhew voltou a viver o icônico personagem em “A Vingança dos Sith”, em 2005 e recentemente em “O Despertar da Força”.
Peter, que foi escolhido para o papel devido a sua estatura (2m20), foi confirmado para atuar mais uma vez na saga, Episódio VIII, que não possui título oficial.



David Prowse

















O ator britânico foi o responsável por dar vida aos vilões mais icônicos de todos os tempos: Darth Vader. Era ele quem atuava debaixo da clássica armadura do Lord Sith em “Uma Nova Esperança”,  “O Império Contra-Ataca” e “O Retorno de Jedi”.














Prowse de 80 anos de idade, anteriormente à franquia Star Wars, havia participado de outro clássico: “Laranja Mecânica” (1974). Após os referidos filmes de destaque o ator não voltou a atuar em projetos de relevância.



Sebastian Lewis Shaw
Nascido no Reino Unido, em 1905, o ator teve seu ponto alto na carreira ao viver Anakin Skywalker nos momentos finais de “O Retorno de Jedi”, em 1983. Após ter sido salvo do lado negro da força por seu filho Luke, Darth Vader, já regenerado, reassumiu sua real identidade, tirando a máscara “passando o bastão” do ator David Prowse para Shaw.

Sem nenhum outro papel de destaque, Sebastian faleceu aos 89 anos de idade, em 1994, em Brighon, na Inglaterra.



Billy Dee Williams
















Na pele de Lando Calrissian, Billy atuou em “O Império Contra-Ataca” e “O Retorno de Jedi”, sendo bastante aclamado, impulsionando sua carreira. 


















Após sua participação, obteve outros trabalhos de relevância em filmes como “Mar de Fogo”, “Batman”, “Máscara da Morte”, “Tubarões de Aço” e “Vingança Sem Limites”.


Ian McDiarmid













Intérprete do Imperador/Palpatine/Darth Sidious, o ator participou de “O Império Contra-Ataca”, “O Retorno de Jedi”, “A Ameaça Fantasma”, “Ataque dos Clones” e a “Vingança dos Sith”.



















Ator originário do teatro, Ian, de 71 anos, participou de outras produções cinematográficas de destaque, como “O Matador de Dragões” e “A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça”. 

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Cenas Marcantes - 15

A DESLUMBRANTE TRANSFORMAÇÃO DE TONHA

Yoná Magalhães (7 de agosto de 1935 – 20 de outubro de 2015) foi uma das mais consagradas atrizes da televisão brasileira.

Em sua brilhante carreira, uma coleção de grandes personagens. Mas uma, em particular, foi marcante, protagonizando um dos mais lindos momentos da televisão brasileira.

Foi na novela Tieta (Globo, 1989), onde vivia a reprimida Tonha, casada com Zé Esteves (Sebastião Vasconcelos) e madrasta de Tieta (Beth Faria).

Insossa, sem vida, sem vontade própria e ainda por cima, desprezada, humilhada e vilipendiada pelo marido, Tonha não tinha vontade própria. Vivia como uma simples empregada para o marido, sofrendo toda sorte de humilhações, sem brilho, sem viço.

Aconselhada por Tieta, um dia Tonha sai de cena. Sai de casa e vai para São Paulo. Tempos depois (algumas semanas, na novela), Tonha retorna à Santana do Agreste.
Mas não era a “velha” Tonha, mas sim uma mulher absolutamente repaginada. Linda, deslumbrante, por fora e por dentro.  

As imagens da volta de Tonha à Santana do Agreste é uma das cenas mais lindas e emblemáticas da teledramaturgia nacional. A trilha sonora, com Simone cantando Uma Nova Mulher caiu como uma luva.

E o mais importante é que a Globo conseguiu cercar tudo do mais absoluto sigilo, fazendo com que a volta de Tonha fosse uma grande a agradável surpresa para todo o Brasil.

Tieta foi ao ar entre 14 de agosto de 1989 e 31 de março de 1990, escrita por Aguinaldo Silva, Ana Maria Moretzohn e Ricardo Linhares. A direção de TV foi de Reynaldo Boury, Ricardo Waddington e Luiz Fernando Carvalho. Direção geral de Paulo Ubiratan.


Vale a pena conferir o momento épico. E, principalmente para quem assistiu a novela e viveu aquele momento, será muito difícil assistir essa cena sem derrubar algumas lágrimas. 
Se não pelo momento em si, ao menos por saber que a grande e linda Yoná Magalhães já nos deixou...  


quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Tributo - 145

MORRE YVONNE CRAIG, A BATGIRL

Morreu na segunda-feira 17 de agosto, aos 78 anos a atriz e bailarina Yvonne Craig, cujo papel que a tornou famosa no mundo todo foi Batgirl no seriado Batman, dos anos 60.

A atriz faleceu em decorrência de um câncer de mama, que causou metástase no fígado.

Além de Batman, a atriz fez outros trabalhos em Star Trek, terceira temporada e chegou a trabalhar no cinema com Elvis Presley nos filmes Loiras, Morenas e Ruivas e Com caipira não se brinca.


Yvonne engrossa a lista dos artistas que trabalharam em Batman e já faleceram.

Além dela, morreram anteriormente: Alan Napier (Alfred), Neil Hamilton (Comissario Gordon), Stafford Repp (Chefe O'Hara), Madge Blake (Tia Herriet Cooper).

Os vilões: Cesar Romero (Coringa), Burgess Meredith (Pinguim), Vincent Price (Cabeça de Ovo)Victor Buono (Rei Tut).

O famoso Bruce Lee, também já falecido, interpretou Kato, auxiliar de Besouro Verde em dois episódios. Quando Bruce aceitou esse papel, ainda não era famoso como acabou tornando-se alguns anos depois.

Há, certamente, outros atores que participaram do seriado e já faleceram.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Tributo - 144

MORRE CHRISTOPHER LEE, O ETERNO CONDE DRÁCULA

Diferente do personagem que virou mito, não foi a luz do Sol, uma bala de prata ou uma estaca no coração que matou Drácula. Na verdade Christopher Lee, 93, morreu no último domingo, (7) em Londres.

A família só divulgou na quinta-feira (11). O ator estava internado com problemas de insuficiência cardíaca e respiratória.

Lee teve carreira de 67 anos em que interpretou alguns personagens que ficaram na história do cinema.

Os mais jovens podem lembrar de Lee como Suruman, de O Senhor dos Anéis, além de o vilão chinês Fu Manchu em cinco filmes. Foi também Sherlock Holmes e seu sucesso maior, Conde Drácula em nove filmes.

Christopher Lee falava oito idiomas (entre eles grego e russo) e sonhava em ser bailarino ou cantor de ópera. Acabou ator.

Com 1,96 de altura, voz grave e postura de lorde, Lee fez sucesso imediato no papel do vampirão, rivalizando com Bela Lugosi, tido por muitos como o melhor Drácula de todos os tempos, pelo papel vivido em 1931.

Lee era casado com a ex-modelo e pintora dinamarquesa Birgit Kroencke desde 1961. O casal teve uma filha: Christina.

Um dos maiores prazeres de Lee era o heavy metal, curtindo bandas como Rhapsody os Fire e Manowar. 

No ano passado, do auge de seus 92 anos, gravou um disco de heavy metal.

Seu nome de batismo era Christopher Frank Carandini Lee e nasceu em 27 de maio de 1922, em Londres.   

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Apresentadores - 1

Jacinto Figueira Júnior
Nascido 4 de dezembro de 1927 e falecido aos 78 anos, em São Paulo, 27 de dezembro de 2005.

Tornou-se famoso como O Homem do Sapato Branco, trabalhou em rádio, com passagem marcante pela Rádio Nacional (hoje Globo) nas décadas de 60 e 70, onde tinha um quadro de dramatizações em que retratava o drama dos ouvintes, sempre das camadas mais pobres.

Estreou em TV na Cultura, em 1963, com o programa Fato em Foco e depois com Câmera Indiscreta.

Em 1966 criou o programa O Homem do Sapato Branco (alusão aos sapatos brancos com os quais sempre se apresentava e eram focalizados pelas câmeras). O programa foi sucesso instantâneo, mas logo saiu do ar com problemas com a Censura Federal da ditadura. Foi o introdutor da linha “mundo-cão” na TV brasileira, explorando dramas, aberrações físicas e mostrando até brigas de casais e vizinhos no palco.

Jacinto Figueira Júnior voltou à televisão já na década de 80, passando pela Bandeirantes, Globo, Record e SBT. Seu último trabalho em TV foi num quadro do programa Aqui Agora, no final dos anos 90.

Em 2001 foi vítima de um derrame que o deixou com sérias sequelas. Chegou a aparecer numa entrevista no leito de um hospital onde, apesar de visivelmente sem a menor possibilidade, dizia querer voltar à TV.

Morreu em 2005, pobre, esquecido e sem realizar seu último sonho.

Curiosidades
<> Nos anos 50 integrou o grupo musical Júnior e seus Cowboys fazendo sucesso com música country.
<> No final dos anos 60 gravou um disco e a música O Charreteiro chegou a fazer grande sucesso.
<> Fez uma telenovela e uma fotonovela no final dos anos 60.
<> Em seu programa da Rádio Nacional, em que fazia dramatizações, Lucimara Parisi atuava como radio-atriz.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Grupos e Conjuntos - 5


NOVOS BAIANOS

Formado em 1969 e ativo por dez anos, os Novos Baianos reuniu um grupo de jovens baianos que marcou a MPB e até mesmo o rock brasileiro da década de 70.

Com cabelos compridos, sob forte influência visual da Tropicália, o grupo era eclético, compunha e cantava bossa nova, baião, frevo, chorinho e outros ritmos, tendo lançado oito trabalhos. Alguns antológicos.

Moraes Moreira compunha e cantava, Baby Consuelo (hoje Baby do Brasil) também cantava, Pepeu Gomes ficava na guitarra e Paulinho Boca de Cantor era outro que cantava.

O grupo contava com o apoio instrumental de A Cor do Som, que começava a despontar para o sucesso e havia ainda Luiz Galvão, letrista.

Algumas músicas como Preta Pretinha, Brasil Pandeiro e Lá vem o Brasil descendo a ladeira foram grande sucesso e marca registrada.

O grupo voltou a reunir-se, depois da separação, em 1987, 1990, 1997 e 2009 para apresentações esporádicas.

O vídeo mostra o programa MPB Especial, em 1973, na TV Cultura, com a música Preta Pretinha.

Já este vídeo nos mostra Brasil Pandeiro, outro clássico, n mesmo programa.

Curiosidades
<> Baby Consuelo, natural de Niterói, era a única não baiana no grupo.
<> Em 1969 apareceram para o grande público participando do V Festival da Música Popular, na Record, com a música De Vera.
<> O grupo sequer tinha nome definido, quando o coordenador do festival, nos bastidores gritou: “chama aí esses ‘novos baianos’”.

sábado, 29 de novembro de 2014

Tributo - 143

MORRE ROBERTO GÓMEZ BOLAÑOS

Conhecido mundialmente pelos personagens Chaves e Chapolin Colorado, o ator mexicano Roberto Gómez Bolaños morreu, aos 85 anos.

Bolaños estava em sua casa, em Cancun, quando faleceu, na sexta-feira (28). A família não divulgou a causa da morte, mas se sabe que desde quando completou 85 anos, a saúde do ator era bastante frágil e ele encontrava-se acamado.

Ator, escritor, produtor de televisão, cinema e teatro, Bolaños criou os personagens e programas Chaves e Chapolin, que acabaram fazendo sucesso no mundo inteiro.

No Brasil, via SBT, os programas estão no ar por mais de 30 anos (estreou no Brasil em 1984), reprisados exaustivamente, e mesmo assim seguem com excelentes índices de audiência.

O ator foi casado e teve seis filhos. Separou-se e casou-se novamente, desta feita com a atriz Florinda Meza, a Dona Florinda do seriado Chaves.

Apesar de todo o sucesso e de ser querido por milhões de pessoas, de todas as idades, mundo afora, Bolaños criou inimizades dentro do próprio elenco.

Foi processado por Carlos Villagrán (Kiko) e processou Maria Antonieta de Las Nieves (Chiquinha), tudo por direitos autorais dos personagens.

Do seriado Chaves, já faleceram Angelina Fernandes Abad, a Dona Clotilde, também conhecida como a Bruxa do 71 (1994); Raul Padilha, o carteiro Jaiminho (1994); Horácio Gómez Bolaños, Godines (1999). Horácio e Roberto eram irmãos; Ramon Valdez Castillo, Seu Madruga (1988).
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sábado, 15 de novembro de 2014

Atualidades - 35

EVA TODOR COMEMORA 95 ANOS

Com 80 anos de uma carreira vitoriosa, a atriz Eva Todor está comemorando neste mês de novembro de 2014, 95 anos de vida.

Nascida Eva Fodor Nolding, em Budapeste (Hungria), dia 9 de novembro de 1919, Eva tem toda sua vida dedicada ao teatro, cinema e televisão
.
Em 40 anos de Globo, fez inúmeras novelas e seu papel mais querido e conhecido é de Kiki Blanche, de Locomotivas.

Curiosamente seu primeiro papel na Globo foi em uma novela que acabou não indo ao ar. Ela seria Dona Pombinha Abelha, na versão de Roque Santeiro que foi censurada.

O papel, quando a novela acabou indo ao ar, dez anos depois, ficou para Heloisa Mafalda.

Eva Todor, que sofre de Mal de Parkinson, sonha ainda em voltar a fazer TV, mesmo que seja um pequeno papel, como ela mesma diz.

Seu aniversário foi festejado ao lado de amigas como Beatriz Lyra, Ilka Soares, Tereza Amayo e Nathalia Timberg (foto).


Eva estará ainda no decorrer deste mês recebendo homenagens e mais homenagens no mundo artístico.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Humoristas - 11

RONY CÓCEGAS

Nascido Ronilson Nogueira Moreira, Rony Cócegas foi comediante, ator e músico, nascido em Salvador, 17 de abril de 1940 e falecido em São Paulo, 25 de julho de 1999.

Sua estréia em TV foi na Excelsior, em 1967, no programa de Raul Gil, fazendo imitações. Depois, na mesma emissora trabalhou no Show do Riso.

Na televisão atuou em humorísticos como Os Pankekas, Chico City, Bozo, A Praça é Nossa, Escolinha do Professor Raimundo e Escolinha do Barulho.

O apelido de Rony Cócegas veio de antes da fama televisiva, quando tocava bateria na noite de Salvador.

Atuando também em teatro e cinema, seus personagens mais famosos foram Lindeza, criador do bordão “calma, cocada!” e Galeão Cumbica.

Morreu de falência múltipla de órgãos, problemas decorrentes do alcoolismo em São Paulo e seu corpo foi sepultado em Salvador.


Rony foi casado com Irene Santana e deixou os filhos Rogerson e Robinson.