segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Papo de Blogueiro

2018 está terminando e a palavra que o define é GRATIDÃO!

2019 está chegando e a palavra que o define é ESPERANÇA!

O Ampulheta Virtual deseja a todos, amigos, seguidores ou mesmo aqueles que só passam por aqui, um Ano Novo cheio de realizações.

Obrigado. Sempre!!!

terça-feira, 25 de dezembro de 2018

JORNAIS E TELEJORNAIS - 2


Jornal Amanhã

Se atualmente o Jornal Hoje é um dos mais tradicionais da televisão, saiba que a Globo já teve o Jornal Amanhã.

Com uma proposta inovadora, o telejornal estreou em 10 de maio de 1975, em substituição ao Jornal Internacional e era exibido por volta das 22h40 de segunda a sexta, com apresentação de Carlos Campbell (foto) e Márcia Mendes.

O Jornal Amanhã, apresentado em um formato bem mais informal que os telejornais da época, principalmente o Jornal Nacional, que já era o principal noticioso global, tinha três blocos, destacando noticiário nacional e internacional, previsão do tempo e gente.

Lucas Mendes (Estados Unidos) e Sandra Passarinho (Inglaterra), então com notícias via satélite (algo inovador na época), encarregavam-se do noticiário internacional. Notícias de Gente e Frases do Dia eram quadros fixos da atração.

Em maio de 1976, com um ano, o Jornal Amanhã ganhou novo cenário, mais moderno ainda, e passou a ser exibido a partir das 23h30.

Em 1977 passou a ser apresentado por Sérgio Chapelin e em 1979, Leda Nagle foi a comandante.

O Jornal Amanhã ficou no ar até 30 de março de 1979, quando foi substituído pelo atual Jornal da Globo. Vale destacar que entre março de 1981 e agosto de 1982 o horário apresentou o Jornal Nacional – Segunda Edição. Depois voltou o Jornal da Globo que está no ar até hoje.

Abaixo a vinheta do telejornal







terça-feira, 18 de dezembro de 2018

RADIALISTAS - 4

Nascido em Campinas/SP, em 14 de dezembro de 1922, Rubens Moraes Sarmento foi um dos grandes nomes do rádio brasileiro e brilhou também na televisão.

Iniciou sua carreira aos 19 anos, em Uberlândia/MG, passou por São José do Rio Preto/SP e chegou a São Paulo, passando por várias emissoras como Rádio Cosmos, Cultura, Tupi e Bandeirantes, entre outras.

Teve como padrinho profissional o grande radialista Roberto Corte Real (irmão do comediante Renato Corte Real) e foram inúmeros os programas que comandou com sucesso. Dentre eles, Cirquinho do Simplício, Programa Moraes Sarmento, A Bandeirantes viaja com você - Saudades da minha terra e o tradicionalíssimo Almoço à Brasileira, 22 anos no ar pela Rádio Bandeirantes.

Em 1976 estreou em televisão comandando o Praça Moraes Sarmento, pela Tupi, programa que teve curta duração e que fez Sarmento não gostar muito da experiência televisiva.

Voltou à TV em 1980, já pela Cultura, apresentou o Viola, Minha Viola por 11 anos, inicialmente com Nonô Basílio e posteriormente com Inezita Barroso (foto), fazendo uma dupla de grande sucesso, mostrando o interior paulista.

Nos últimos anos de sua vida, de volta ao rádio, sua verdadeira paixão, comandava um programa nas noites de sábado, na Rádio Capital.

Casado com dona Wilma e pai de Marisa (deixou netos e bisnetos), Moraes Sarmento esteve 60 anos no ar ininterruptamente. Ganhou inúmeros prêmios por sua atuação profissional, pautada sempre pela retidão, seriedade e extrema dedicação ao trabalho.

Moraes Sarmento faleceu aos 75 anos, em São Paulo, vítima de insuficiência respiratória em decorrência de problemas cardíacos. Seu corpo está enterrado no Cemitério do Morumbi.

Sarmento deixou alguns bordôes que tornaram-se celebres como "vou batendo a minha rica plumagem" (quando despedia-se dos ouvintes), "aquele abraço" (onde fazia a sonoplastia de um forte abraço, batendo a mão no próprio antebraço, dando a impressão aos ouvintes que realmente dava um forte e fraternal abraço em todos) e "1900 e Moraes Sarmento" (quando referia-se a algo bastante antigo).

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

ENCONTROS - 31

DEAN MARTIN & BARBARA EDEN

Ele já havia passado do auge de sua carreira, mas mantinha-se inabalável e arrastava milhões de fãs por onde passasse.

Ela já havia sido catapultada ao estrelato e sua presença linda, simpática e cativante, chamava a atenção.

Dean Martin e Barbara Eden encontram-se e cantam em um show para a televisão americana, para delírio de seus fãs.



quarta-feira, 5 de setembro de 2018

TRIBUTOS - 156


MORRE BEATRIZ SEGALL
 
Faleceu na quarta-feira 5 de setembro de 2018 a atriz Beatriz Segall, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, aos 92 anos.

Uma das grandes atrizes do Brasil, a artista fez uma sólida carreira de mais de 70 anos nos palcos, sets e televisão.

O papel que a imortalizou na teledramaturgia foi na novela Vale Tudo, em 1988, interpretando a vilã Odete Roitmann e parando o Brasil com a celebre pergunta: “quem matou Odete Roitmann?”

Beatriz havia passado um período internada no Albert Einstein, com problemas respiratórios, mas recebeu alta. Porém foi internada novamente, quando veio a falecer.

Discreta, a família não passou detalhes sobre o ocorrido. 

As fotos mostram a atriz em tempos diferentes, mas sempre ressaltam sua classe e destacam seu olhos, uma marca registrada.





O vídeo mostra a cena antológica da morte de Odete Roitmann. Em Vale Tudo, na Globo, 1988.











terça-feira, 4 de setembro de 2018

TRIBUTOS - 155

MORRE JOÃO PAULO ADOUR

Galã nos anos 60 e 70, o ator João Paulo Adour foi encontrado morto em seu apartamento na Gávea, no Rio de Janeiro, na terça-feira (4 de setembro de 2018), aos 78 anos.

Os vizinhos estranharam a falta de movimentação no apartamento do ator e entraram, encontrando-o sem vida e o apartamento revirado.

Há suspeitas que o artista, que morava sozinho, tenha sofrido um infarto.

Nascido João Paulo Adour da Câmara, no Rio de Janeiro, o ator participou de novelas de sucesso na Globo como A Ponte dos Suspiros, O Grito, Gabriela, Dona Xepa e outras.

Seu último trabalho foi na Manchete, na novela Novo Amor, em 1986. Depois disso, afastou-se para dedicar-se as finanças da família.





segunda-feira, 27 de agosto de 2018

TRIBUTOS - 154

MORRE HENRIQUE MARTINS


Henrique Martins, ator e diretor faleceu no domingo, 26 de agosto de 2018, em São Paulo, no Hospital Samaritano, onde estava internado havia três semanas.

Nascido Heinz Schlesinger, em Berlin, chegou ao Brasil com três anos de idade.

Começou em televisão em 1964, na telenovela da Tupi Se o mar contasse, protagonizando ao lado de Maria Isabel de Lizandra.

Como ator, seu maior destaque foi em O sheik de Agadir, na Globo, mas deixou inúmeras novelas. Foi também um atuante diretor.

Seu último trabalho foi no remake de Carrossel, no SBT, em 2012.




sexta-feira, 10 de agosto de 2018

O "PLÁ" DO EDITOR


REVISTA ELETRÔNICA AMPULHETA VIRTUAL

A Revista Eletrônica AMPULHETA VIRTUAL já está no ar.

Uma deliciosa viagem no tempo, relembrando coisas antigas da Televisão.

Histórias, bastidores, curiosidades, muitas fotos e vídeos.

Vale conferir.

Clique no link abaixo

https://issuu.com/mouranapoli4/docs/ampulheta_virtual_001



sexta-feira, 3 de agosto de 2018

O "plá"do Editor

Está chegando a Revista Eletrônica Ampulheta Virtual. Uma mescla entre as coisas antigas da TV e a modernidade dos dias de hoje.

Na revista você poderá fazer uma deliciosa viagem no tempo, acessando pelo computador, tablet ou até celular.

Bastidores, curiosidades e muitas informações das grandes séries, novelas, programas que marcaram época, propagandas inesquecíveis.

Vale a pena conferir. Na próxima semana já estaremos postando.

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Tributos - 153

Morre Eloísa Mafalda


A atriz Eloísa Mafalda (Nascida Mafalda Theoto) morreu na noite da quarta-feira (16), em Petrópolis/RJ, aos 93 anos.

A atriz que há anos estava afastada da televisão, vinha sofrendo de problemas respiratórios e lutava contra o Mal de Alzheimer.

Natural de Jundiaí, onde nasceu em setembro de 1924, Eloísa deixou dois filhos, dois netos e dois bisnetos.

Na Globo, teve mais de 40 participações em novelas e seriados, sendo dentre tantos, destaque na primeira versão de A Grande Família (Dona Nenê) e nas novelas Saramandaia (Dona Pombinha) e Pedra Sobre Pedra (Gioconda Pontes).

O corpo está sendo velado em Jundiaí/SP, sua cidade natal.




terça-feira, 8 de maio de 2018

TRISTE FIM - 2

ISAURA BRUNO

Nascida Maria Isaura Bruno, em Jaú/SP, 23 de junho de 1926, Isaura Bruno faleceu em Campinas/SP, prestes a completar 51 anos, em 2 de maio de 1977.

Protagonizou um dos maiores sucessos de todos os tempos, O Direito de Nascer (Tupi). Isaura Bruno, aliás, foi a primeira negra a protagonizar uma novela no Brasil.

No papel de Mamãe Dolores, encarnou a sofrida ama de Albertinho Limonta, fazendo grande sucesso, em 1964. No mesmo ano ainda viveu Tia Anastácia na primeira versão do Sítio do Picapau Amarelo, também na Tupi.

Com Albertinho Limonta (Amilton Fernandes)
em Direito de Nascer. Primeiro e maior sucesso
Isaura Bruno nasceu numa fazenda em Jaú e logo aos três anos, ficou orfã de pai, vindo a perder a mãe aos 11 anos e passando a ser criada pela avó materna.

Já moça, gostava de frequentar bailes de gafieira, onde acabou conhecendo Walter Forster, que a convidou para trabalhar no cinema, onde fez, entre 1949 e 1975, seis filmes.

Na televisão, depois do sucesso de Direito de Nascer e Sítio do Picapau Amarelo, Isaura ainda fez O Preço de uma vida (Tupi 1965) dando vida a Mãe Maria, O anjo e o Vagabundo (Tupi 1966/1967) como Branca e, já na Globo, fez A Cabana do Pai Tomás, em 1969, na pela de Bessie.

Curiosamente em O Preço de uma Vida, O Anjo e o Vagabundo e Cabana do Pai Tomás, Isaura dividiu as câmeras com o galã Sérgio Cardoso.

Nos tempos áureos, ao lado do jogador Ivair e do massagista
Mário Américo, quando viajar de avião era uma rotina
Da mesma forma que o sucesso veio rapidamente, Isaura caiu no esquecimento na mesma velocidade.

Embora tivesse sido autora de um livro de culinária - Os quitutes de Mamãe Dolores - Isaura não recebeu mais convites para a televisão a partir dos anos 1970.

Pobre e esquecida, ganhava a vida nas ruas de Campinas vendendo balas. Isaura Bruno faleceu de ataque cardíaco.







sábado, 21 de abril de 2018

Cantores - 11




Antônio Marcos

Um dos grandes ídolos da Jovem Guarda, Antônio Marcos foi cantor, compositor, ator e humorista. Teve uma carreira de grande sucesso, entremeada com problemas de alcoolismo, que acabou levando-o a morte prematura.

Nascido Antônio Marcos Pensamento da Silva, em São Paulo, 8 de novembro de 1945, antes da fama foi office-boy e balconista em loja de calçados. Ainda jovem participou de programas de calouros e entre 1960 e 1962 destacou-se no programa de Estevam Sangirardi, na Rádio Bandeirantes, cantando, tocando violão e fazendo humor.

Com 22 anos integrou o coral Golden Gate e atuou em peças de teatro. Nesta época gravou seu primeiro disco, pela gravadora RCA, integrando o grupo Os Iguais. Seu primeiro grande sucesso já em carreira solo, foi Tenho um amor maior que o seu, de Roberto Carlos, já integrando a Jovem Guarda.

Dentre seus grandes sucessos, como cantor, estão também Oração de um jovem triste, Como vai você, e Namorada, cantando com Vanusa, sua esposa na época, além de O Homem de Nazaré, seu sucesso maior.
Pais quadrados... filhos avançados (1970) é um dos filmes de sucesso em que atuou. 

No teatro participou de algumas peças marcantes como Arena conta Zumbi (1969) e Hair (1970). Na televisão, chegou a protagonizar a novela Toninho on the rock’s, ao lado de Débora Duarte, na Tupi.

Antônio Marcos teve quatro casamentos: a cantora e atriz Vanusa, com quem teve as filhas Amanda e Aretha; a atriz Débora Duarte, tendo a filha Paloma; a modelo Rose, com quem teve o filho Antônio Pablo e nos últimos anos de vida, esteve casado com Cleonice Rossi Braga (enteada de Roberto Carlos).

O cantor também teve um caso com a atriz Miriam Mota, na época com 14 anos de idade, com quem teve o filho Manoel Marcos. Esse filho só foi reconhecido após a morte de Antônio Marcos por exame de DNA.

Quando casou-se com Vanusa estava no auge da Jovem Guarda, o casamento ficou bom tempo em sigilo, pois naquela época as fãs não admitiam que seus ídolos se casassem.

Grávida de Amanda, Vanusa chegou a ser hostilizada pelas fãs de Antônio Marcos, que demoraram para aceitar a união dos artistas.

Envolvido em alcoolismo, o cantor deu muito trabalho às pessoas que lhe eram próximas. Passava dias fora de casa, era encontrado nas ruas e há relatos dando conta que chegou a dar um carro a um taxista, após condoer-se da situação do profissional do volante.

Os compromissos profissionais foram rareando, a aparência de galã deu lugar a uma pessoa sofrida e os problemas financeiros cresceram.

O falecimento de Antônio Marcos deu-se em 5 de abril de 1992, vitimado por insuficiência hepática, em decorrência do alcoolismo.

Curiosidades
Aos 12 anos, Antônio Marcos já cabulava aulas para tocar violão, ir ao cinema e nesta época, já dava seus primeiros goles nos bares de São Miguel Paulista.

• Martinha chegou a dizer que o cantor foi um de seus grandes amores.

• O cantor chegou a bater várias vezes o carro por dirigir embriagado. Um dia chegou a bater violentamente uma Ferrari. Como estava no auge de sua carreira, 15 dias depois tinha outra em sua garagem.

O vídeo apresenta um dos grandes sucessos de Antônio Marcos, como cantor e compositor.


terça-feira, 17 de abril de 2018

Tributos - 152

Morre Dona Ivone Lara


Cantora e compositora, um dos ícones do samba, Dona Ivone Lara morreu na noite de 16 de abril de 2018, aos 97 anos, no Rio de Janeiro, por conta de um quadro de insuficiência respiratória.

Ela estava internada no Rio de Janeiro e no último dia 13, completou no hospital, seus 97 anos. A sambista estava com anemia profunda e vinha recebendo transfusão de sangue.

Conhecida como “Grande Dama do Samba”, Ivone Lara nasceu em família de amantes da música popular, mas teve de enfrentar o preconceito de ser mulher e sambista. Tanto que suas primeiras composições ela fez e passou para amigos homens, pois em sua época, mulher “não podia” compor. Um verdadeiro absurdo.

Após um acidente automobilístico do filho, o marido sofreu um infarto e morreu. Viúva, passou a dedicar-se exclusivamente a música e ao amor incondicional à Escola de Samba Império Serrano.

Teve Silas de Oliveira como um dos principais parceiros em suas composições e sua músicas foram cantadas por artistas do porte de Gal Costa, Maria Bethânia, Clara Nunes, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Paulinho da Viola, Beth Carvalho entre tantos outros de destaque.

Sua simplicidade, simpatia e importância para a música fizeram com que Ivone Lara passasse a ser chamada de “Dona”. 

O vídeo mostra Dona Ivone Lara em apenas um de seus inúmeros sucessos.


Tributos - 151


Morre Paulo Barboza

Uma das vozes mais conhecidas e uma das maiores audiências do Rádio AM do Brasil, o radialista Paulo Barboza, morreu na madrugada da segunda-feira (16 de abril de 2018), em São Paulo.

Nascido Paulo Roberto Machado Barboza tinha 73 anos e foi vítima de infarto fulminante, conforme informações da família.

O radialista já passou por prefixos importantes como Record, Globo, América, Tupi do Rio e São Paulo. Quando de sua morte, Paulo trabalhava na Super Rádio de São Paulo.

Um dos maiores nomes do rádio brasileiro, o radialista exerceu sua profissão por 59 anos, fazendo um rádio popular, sem ser popularesco.

Paulo Barboza também trabalhou em televisão, tendo passado pela Tupi, Manchete, SBT, Record e Gazeta. De 2007 a 2013 foi jurado do Troféu Imprensa de Sílvio Santos.

Foi casado por 48 anos com Eliane Barboza e deixou dois filhos e três netos.O corpo foi velado no Cemitério Horto da Paz, em Itapecerica da Serra e cremado.


quinta-feira, 5 de abril de 2018

Em Família - 14


Família Sánchez

Uma das atrizes mais lindas do Brasil é Elaine Cristina, que está prestes a completar 68 anos, o que acontecerá em 13 de maio de 2018.

Elaine, que nasceu Júlia Sánchez em São Paulo, iniciou carreira aos 11 anos. Fez cinema, teatro e TV, tendo passado por importantes novelas na Excelsior, Tupi, Manchete, Globo e SBT.

A atriz foi casada por quase 40 anos com o ator Flávio Galvão.

O que pouca gente sabe é que Elaine é irmã da também atriz e jurada de televisão Gilmara Sánchez, tão bela quanto.

Gilmara, 69 anos, é atriz de teatro cinema e TV e é dubladora e diretora de dublagem.

Atuou em novelas como Sangue do Meu Sangue, A Menina do Veleiro Azul e Meu Rico Português, entre outras. Atuou também no programa A Turma do Sete, na Record.

Gilmara foi jurada de televisão de Sílvio Santos e é viúva do dublador Ézio Ramos



Flávio Galvão e Elaine Cristina


Gilmara foi jurada de Sílvio Santos