Em 1985, um show que acabou ficando histórico foi feito por mais de uma centena de artistas internacionais, emcabeçados por Michael Jackson e Lionem Richie, em prol dos irmãos necessitados que passavam fome na África. Era o Usa For África.
Sucesso total. O clip ganhou o mundo, principalmente por atuações como as dos próprios Michael e Lione, Diana Ross, Tina Turner, Stevie Wonder, Ray Charles, Bruce Spingsteen e tantos outros.
A renda da venda dos discos foi revertida ao combate da fome na África.
E o clip, espetacular, é este...
O movimento Usa For África motivou movimentos semelhantes em várias partes do mundo.
No Brasil, 155 vozes, entre os maiores cantores de 1985, juntaram-se para cantar em defesa dos necessitados do Nordeste.
Nascia o Chega de Mágoa - Nordeste Já, um movimento sem o mesmo brilhantismo do internacional, mas merecendo todo o respeito.
Dentre os grandes nomes e entre outros, Chico Buarque, Gal Costa, Roberto Carlos, Rita Lee, Gilberto Gil, Simone, Elba Ramalho, Caetano Veloso, Ivan Lins...
Um infarto fulminante colocou ponto final à vida e carreira do cantor José Ramiro Sobrinho, o Pena Branca da ex-dupla sertaneja Pena Branca e Xavantinho, na noite de segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010.
Natural de Igarapava-SP, Pena Branca passou mal em sua casa, no bairro paulistano do Jaçanã, foi levado ao hospital, mas não resistiu. Ele tinha 70 anos.
A dupla Pena Branca e Xavantinho, formada por irmãos José Ramiro Sobrinho e Ranulfo Ramiro da Silva, respectivamente, teve início em 1962 em Uberlândia-MG.
Em 1968 eles vieram à São Paulo tentar a carreira artística e obtiveram vários sucessos, sendo que em 1990 chegaram a ganhar o Prêmio Sharp de melhor música – Casa de Barro – composta por Xavantinho e Moniz e ganharam também o prêmio de melhor disco – Cantando Mundo Afora.
As músicas de Pena Branca e Xavantinho passaram a ser conhecidas fora do Brasil e a dupla fez sucesso nos Estados Unidos.
Em 1999 Xavantinho morreu e Pena Branca seguiu em carreira solo, chegando a ganhar um Grammy Latino.
Um dos maiores sucessos da dupla é a música Cio da Terra, de Chico Buarque e Milton Nascimento em que cantam juntamente com o próprio Milton.
O vídeo mostra a dupla se apresentando na TV Cultura, cantando a música Calix Bento. Reparem que Xavantinho já estava em cadeira de rodas.
Januário José dos Santos nasceu na cidade pernambucana de Flores (ou Pageú das Flores, não se tem o registro certo) em 25 de setembro de 1888 e morreu em Exu, 11 de junho de 1978, aos 89 anos.
Januário José dos Santos dividia-se entre a enxada e a sanfona em Exu, cidade a aproximadamente 600 quilômetros de Recife, no Pernambuco.
Com dona Santana (Ana Batista de Jesus) tiveram nove filhos sendo que o segundo ganhou o nome de Luiz e não demorou muito para adotar a sanfona como companheira, acompanhando o pai nos forrós para desespero da mãe, que não queria ver o filho nos palcos.
Januário era conhecido como “o mestre dos oito baixos”, e tocava sua sanfona realmente com maestria.
Em 1960 ficou viúvo e com a maioria dos filhos já residindo no Sudeste, continuou fiel à sua terra. Em novembro de 1960, já viúvo, casou-se com Maria Raimunda de Jesus, dessa união adotou um bebê de 3 dias que registrou como filho com o nome de João Batista Januário.
GONZAGÃO Luiz Gonzaga do Nascimento nasceu em Exu/PE, 13 de dezembro de 1912 e morreu em Recife/PE, 2 de agosto de 1989, aos 76 anos.
O jovem Luiz logo passou a ser conhecido como Luiz de Januário e, já com o consentimento da mãe, e ainda muito menino, não parou mais.
De certa forma a mãe acabou seduzida pelos dois mil réis que o pequeno Luiz trazia para casa, o que ajudava na vida difícil. Também havia a “proteção” do Coronel Manuel Aires de Alencar, homem bondoso e respeitado até por seus inimigos.
Luiz Gonzaga seguia trabalhando na roça e tocando, economizando seu dinheiro para realizar o sonho de ter uma sanfona nova.
Foi o coronel que acabou ajudando, pois o instrumento custava cento e vinte mil réis e o jovem tinha apenas a metade.
Durante a revolução de 1930, já no Exército, Gonzaga passou pelas mais diversas cidades. Em Juiz de Fora/MG, conheceu Domingos Ambrósio, que o ensinou outros tipos de músicas mais poplares no Sul, como valsa, tango e samba.
Em 1939, já fora do Exército, veio para São Paulo e em seguida para o Rio de Janeiro, onde passou a tocar em bares da zona do baixo meretrício, cabarés da Lapa e também em programas de calouros no rádio.
Com a música Vira e Mexe, de sua própria autoria, foi muito aplaudido no Programa Ary Barroso, o que lhe rendeu o primeiro contrato.
No ano de 1945 mantinha um romance com a corista Odaléia Guedes. Quando se conheceram ela já estava grávida. Luiz Gonzaga registrou a criança assumindo-a e dando o nome de Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior, que se tornaria o Gonzaguinha.
A união não durou muito e em 1948 Gonzaga assumia o romance com sua então secretária, a pernambucana Helena Cavalcanti, com quem viveu até perto de sua morte.
Entre a segunda metade dos anos 40 e a primeira dos anos 50 o baião consolida-se e Luiz Gonzaga vive sua época áurea, passando a ser um dos artistas mais populares do Brasil e ganhando os apelidos de "Lua" e “O Rei do Baião”.
A música Asa Branca, composta em parceria com Humberto Teixeira, tornou-se um verdadeiro hino do povo nordestino.
O vídeo mostra Asa Branca na voz de Gonzagão. Participam Sivuca, Elba Ramalho e Fagner e mais um coral composta por uma platéia de famosos.
Com o declínio do baião e o aparecimento da bossa-nova e jovem guarda, Gonzagão passa a atuar mais no interior e no Nordeste.
Após mais de 35 anos de sucesso, Gonzagão retorna à Exu, sua cidade natal e dá início a seu grande projeto, a construção do sonhado Museu Gonzagão, onde se encontra suas sanfonas, suas roupas, seus diplomas, medalhas troféus, discos de ouro e a sanfona com a qual tocou para o papa, em Fortaleza/CE.
Gonzagão sofria de osteoporose e morreu de parada cardiorrespiratória num hospital de Recife.
GONZAGUINHA Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior, o Gonzaguinha, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, 22 de setembro de 1945 e morreu em Renascença/PR, 29 de abril de 1991, num acidente automobilístico, aos 45 anos.
Gonzaguinha perdeu a mãe muito cedo e acabou sendo criado pelos padrinhos Dina e Xavier.
Com 14 anos compôs sua primeira música, Lembranças da Primavera e em 1961, aos 16 anos, foi morar com o pai para estudar.
Chegou a estudar economia na Universidade Candido Mendes Ary Fontera.
Na casa de Aloizio Carrero, conheceu Ivan Lins e conheceu também Ângela, que viria a ser sua primeira esposa e mãe de Daniel e Fernanda. Depois com a cantora e atriz Sandra Pêra, teve a filha Amora Pêra, hoje atriz.
De postura abertamente contrária à ditadura, Gonzaguinha frequentou o DOPS. Suas músicas tinham letras ásperas e Gonzaguinha passou a ser conhecido por “cantor rancor”.
A partir do final dos anos 70, com o início abertura, passou a fazer músicas mais suaves e alcançou sucesso com Começaria tudo outra vez, Grito de alerta e Explode coração, entre outras.
Em seus últimos anos de vida viveu em Belo Horizonte/MG com a segunda esposa Louise Margarete Martins – a Lelete – com quem teve a filha Mariana, sua caçula.
Após um show na cidade paranaense de Pato Branco, sofreu um acidente automobilístico em Renascença/PR, que colocou fim à sua vida.
O vídeo mostra Gonzaguinha em show ao vivo recebendo Gonzagão na música Vida de Viajante, outro clássico da MPB.
Batista, um ex-meio campista do Internacional que marcou época ao lado de Caçapava e Falcão é hoje comentarista esportivo da RBS, afiliada da Globo no Sul do País.
Ele estava participando da abertura da jornada em um jogo do Grêmio e, não resistndo a um calor de 37º, acabou desmaiando ao vivo, dando um belo susto nos companheiros e em alguns milhares de telespectadores.
De positivo duas coisas: primeiro que nada de mais grave aconteceu ao ex-jogador e segundo o jogo de cintura dos companheiros que logo acalmaram aos telespectadores.
Confiram:
Na mesma tarde, já socorrido e refeito, Batista explica o incidente.
Ocupando a primeira colocação na relação dos 25 maiores musicais da história do cinema, Singin’ in the Rain tem a cena antológica de Gene Kelly, cantando e dançando na chuva.
O filme foi lançado em 1952 e fazia referência a uma dupla de artistas que fazia sucesso no cinema mudo e precisava adaptar-se com a chegada do som.
Gene Kelly deu vida à Don Lockwood e Jean Hage viveu Lina Lamont.
O vídeo é a cena antológica:
Curiosidades: <> A antológica cena foi feita – a chuva – com uma mistura de água e leite, pois no período das filmagens os Estados Unidos passavam por uma grande estiagem. <> Gene Kelly participou das filmagens da cena sob febre de 39 graus. Antes de filmar ele submeteu-se e uma sessão de acupuntura o que – possivelmente – tenha solucionado seu problema, dando-lhe grande disposição para cantar e dançar. <> A música foi composta em 1927.
Aos 46 anos, morreu o comediante Cláudio Chirinian, o ET, da dupla ET e Rodolfo, na manhã de 2 de fevereiro de 2010.
Ele estva internado, com problemas pulmonares, na UTI do Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo/SP.
O comediante surgiu para a fama em 1997, quando formou a dupla ET e Rodolfo, na Record, no programa Ratinho Livre. Em 1998 a dupla foi contratada pelo STB e assou a integrar o elenco do Domingo Legal, de Gugu Liberato.
Após uma rápida passagem pela Rede TV!, ET foi para a Record, onde passou pelo Programa Raul Gil e ultimamente fazia free-lancer no Pânico na TV, da Rede TV!.
O vídeo mostra a dupla no programa Sabadão de Gugu Liberato, no SBT, e a música Dança do ET.
Em Páginas da Vida, Globo, 2006/2007, Lília Cabral protagonizou uma grande vilã. Possivelmente - em termos de vilania – a maior de sua carreira em telenovelas.
Na atração de Manoel Carlos ela foi Marta Toledo Flores, antagonista de Helena Camargo Varella, vivida por Regina Duarte.
Amargurada, Marta era uma mulher solitária, muito embora vivesse em família. Era casada com Alex (Marcos Caruso) e mãe de Nanda (Fernanda Vasconcellos) e Sérgio (Max Fercondini).
Dona de um Salão de Festas Infantis, Marta é uma mulher dura, que dizia que a vida engole as pessoas boas. Fazia contraponto ao coração generoso e justo de Alex.
Apesar de bem nascida, compete com a irmã Verônica (Sílvia Salgado), melhor situada financeiramente. Não se preocupa em mostrar que gosta mais da filha Nanda que do filho Sérgio e não tem o menor constrangimento em rejeitar a neta que tem Síndrome de Down.
Francisco (Gabriel Kaufmann) e Clara (Joana Mocarzel) são filhos de Nanda. Francisco é um menino absolutamente normal e tem a simpatia de Marta. Já Clarinha, por ser portadora de Síndrome de Down, sofre tremenda rejeição. O final de Marta é a solidão e a loucura.
Marta rendeu à Lília Cabral os prêmios da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) e Extra de Televisão. Ainda houve a indicação para o Emmy (o Oscar da televisão internacional).
Como curiosidade, o papel de Marta havia sido oferecido à Renata Sorrah, que acabou não aceitando pois recentemente havia vivido a marcante vilã Nazaré Tedesco em Senhora do Destino.
Uma das várias brigas entre Marta e Alex aconteceu no capítulo 23 da novela.
No capítulo 27, Helena revela à Marta que sua neta tem Síndrome de Down. Foi um capítulo dos mais polêmicos. Denso, pesado, a interpretação das atrizes revela duas grandes feras. Ao final da gravação Lília ficou bastante deprimida, tendo sido amparada com muito carinho pelos colegas de elenco e produção.
Um simples amistoso para a Seleção do Brasil, uma guerra para o Atlético Mineiro.
Em 1969 as Feras do Saldanha haviam carimbado o passaporte para o México e foram fazer umjogo amistoso, no Mineirão, contra o Atlético Mineiro, do técnico Yustrich.
Para os mineiros, que lotaram o Mineirão, os cruzeirenses torciam, logico, para a seleção, que tinha Tostão e Wilson Piaza.
A outra metade era alvi negra e saiu feliz vendo a vitória por 2x1.