sábado, 14 de maio de 2016

Cadê você?

Star Wars

Por Daniel Nápoli

O Ampulheta Virtual faz um resgate dos principais atores que estrelaram a primeira trilogia do clássico Star Wars.

De 1977, ano de lançamento de “Star Wars Episódio IV – Uma Nova Esperança” até os dias de hoje, muita coisa aconteceu. Alguns atores participaram da continuação da saga, outros faleceram ou se dedicaram a outros projetos. Segue a lista:


Mark Hamill
Consagrado no papel de Luke Skywalker, Hamill estrelou os três primeiros filmes da trilogia, entre os anos de 1977 e 1983. (“Uma Nova Esperança, “O Império Contra-Ataca” e “O Retorno de Jedi”). Após, o ator participou de outros projetos, como dublador (dando voz ao Coringa em uma série animada do Batman), além de atuar em alguns longas metragens e seriados.

Em 2015, aos 64 anos, Mark retomou seu personagem de destaque na continuação da franquia Star Wars, no “Episódio VII – O Despertar da Força”. O eterno Luke Skywalker já foi confirmado na continuação da saga, o Episódio VIII, sem título definido, com lançamento previsto para dezembro do ano que vem



Harrison Ford
Sem dúvida, este foi o ator que obteve a carreira mais bem sucedida pós-Star Wars. Projeto ao mundo como o contrabandista Han Solo, Ford ajudou a transformar o personagem em uma das figuras mais icônicas da história do cinema ao participar da primeira trilogia.

Durante sua trajetória na pele de Solo, Harrison conseguiu ganhar ainda mais projeção, estrelando outra franquia: “Indiana Jones”, que ganhará uma continuação, com lançamento previsto para 2019.

Além das franquias citadas, Ford participou de outros filmes de sucesso, como “Apocalipse Now”, “O Fugitivo”, “6 Dias e 7 Noites”,  e “A Testemunha”.

Ainda em Star Wars, o astro deu mais uma vez vida a Han Solo em “O Despertar da Força”. Aos 73 anos, o ator manteve a peculiaridade do personagem, que acabou morrendo na parte final do longa.

Porém se engana quem crê no fim da trajetória de Ford na franquia. Com nome confirmado nas filmagens do Episódio VIII, Harison deve voltar em cenas de flashback.



Carrie Fisher


















Eterna Princesa Leia Organa, a atriz virou símbolo sexual entre o final dos anos 1970 e início da década de 1980 e após participação nos Episódios IV, V e VI, a filha do cantor Eddie Fisher e da atriz Debbie Reynold, participou de outros filmes e seriados, porém de pouca relevância. 


















Em 2015, aos 59 anos de idade, voltou a encarnar Leia Organa, agora como General, em “O Despertar da Força”. Curiosamente, Carrie que tem participação confirmada no Episódio VIII, atuou ao lado de sua filha, Billie Lourde, nascida em 1992.



Alec Guiness













Na pele do Jedi Obi-Wan Kenobi, Alec indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante, pelo trabalho realizado em “Star Wars – Uma Nova Esperança (1977)”, chegou à franquia com uma respeitável carreira. 

Guiness anteriormente, havia conquistado o Oscar de Melhor ator em “A Ponte do Rio Kwai” em  1957, além de receber uma indicação pela atuação em “O Mistério da Torre” (1957).


No ano de 1980, em que participou do segundo filme de Star Wars, Alec foi homenageado com o “Oscar Honorário” em reconhecimento por suas memoráveis atuações. 

Após participar do terceiro filme da franquia (“O Retorno de Jedi”), no ano de 1983, Alec só voltou a atuar em 1988, em “Little Dorrit”, que lhe rendeu uma nova indicação ao Oscar, como melhor ator coadjuvante, no ano seguinte.
“Little Dorrit” foi o último trabalho no cinema, do ator que faleceu em 2000, aos 86 anos de idade, em Londres, na Inglaterra.




Peter Mayhew

















Conhecido por interpretar Chewbacca um dos mais queridos personagens da franquia Star Wars e consequentemente do universo cinematográfico, Peter Mayhew, teve seu ponto alto ao atuar na primeira trilogia (“Uma Nova Esperança”, “O Império Contra-Ataca” e “O Retorno de Jedi”).














Sem trabalhos de expressão, Mayhew voltou a viver o icônico personagem em “A Vingança dos Sith”, em 2005 e recentemente em “O Despertar da Força”.
Peter, que foi escolhido para o papel devido a sua estatura (2m20), foi confirmado para atuar mais uma vez na saga, Episódio VIII, que não possui título oficial.



David Prowse

















O ator britânico foi o responsável por dar vida aos vilões mais icônicos de todos os tempos: Darth Vader. Era ele quem atuava debaixo da clássica armadura do Lord Sith em “Uma Nova Esperança”,  “O Império Contra-Ataca” e “O Retorno de Jedi”.














Prowse de 80 anos de idade, anteriormente à franquia Star Wars, havia participado de outro clássico: “Laranja Mecânica” (1974). Após os referidos filmes de destaque o ator não voltou a atuar em projetos de relevância.



Sebastian Lewis Shaw
Nascido no Reino Unido, em 1905, o ator teve seu ponto alto na carreira ao viver Anakin Skywalker nos momentos finais de “O Retorno de Jedi”, em 1983. Após ter sido salvo do lado negro da força por seu filho Luke, Darth Vader, já regenerado, reassumiu sua real identidade, tirando a máscara “passando o bastão” do ator David Prowse para Shaw.

Sem nenhum outro papel de destaque, Sebastian faleceu aos 89 anos de idade, em 1994, em Brighon, na Inglaterra.



Billy Dee Williams
















Na pele de Lando Calrissian, Billy atuou em “O Império Contra-Ataca” e “O Retorno de Jedi”, sendo bastante aclamado, impulsionando sua carreira. 


















Após sua participação, obteve outros trabalhos de relevância em filmes como “Mar de Fogo”, “Batman”, “Máscara da Morte”, “Tubarões de Aço” e “Vingança Sem Limites”.


Ian McDiarmid













Intérprete do Imperador/Palpatine/Darth Sidious, o ator participou de “O Império Contra-Ataca”, “O Retorno de Jedi”, “A Ameaça Fantasma”, “Ataque dos Clones” e a “Vingança dos Sith”.



















Ator originário do teatro, Ian, de 71 anos, participou de outras produções cinematográficas de destaque, como “O Matador de Dragões” e “A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça”. 

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Cenas Marcantes - 15

A DESLUMBRANTE TRANSFORMAÇÃO DE TONHA

Yoná Magalhães (7 de agosto de 1935 – 20 de outubro de 2015) foi uma das mais consagradas atrizes da televisão brasileira.

Em sua brilhante carreira, uma coleção de grandes personagens. Mas uma, em particular, foi marcante, protagonizando um dos mais lindos momentos da televisão brasileira.

Foi na novela Tieta (Globo, 1989), onde vivia a reprimida Tonha, casada com Zé Esteves (Sebastião Vasconcelos) e madrasta de Tieta (Beth Faria).

Insossa, sem vida, sem vontade própria e ainda por cima, desprezada, humilhada e vilipendiada pelo marido, Tonha não tinha vontade própria. Vivia como uma simples empregada para o marido, sofrendo toda sorte de humilhações, sem brilho, sem viço.

Aconselhada por Tieta, um dia Tonha sai de cena. Sai de casa e vai para São Paulo. Tempos depois (algumas semanas, na novela), Tonha retorna à Santana do Agreste.
Mas não era a “velha” Tonha, mas sim uma mulher absolutamente repaginada. Linda, deslumbrante, por fora e por dentro.  

As imagens da volta de Tonha à Santana do Agreste é uma das cenas mais lindas e emblemáticas da teledramaturgia nacional. A trilha sonora, com Simone cantando Uma Nova Mulher caiu como uma luva.

E o mais importante é que a Globo conseguiu cercar tudo do mais absoluto sigilo, fazendo com que a volta de Tonha fosse uma grande a agradável surpresa para todo o Brasil.

Tieta foi ao ar entre 14 de agosto de 1989 e 31 de março de 1990, escrita por Aguinaldo Silva, Ana Maria Moretzohn e Ricardo Linhares. A direção de TV foi de Reynaldo Boury, Ricardo Waddington e Luiz Fernando Carvalho. Direção geral de Paulo Ubiratan.


Vale a pena conferir o momento épico. E, principalmente para quem assistiu a novela e viveu aquele momento, será muito difícil assistir essa cena sem derrubar algumas lágrimas. 
Se não pelo momento em si, ao menos por saber que a grande e linda Yoná Magalhães já nos deixou...  


quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Tributo - 145

MORRE YVONNE CRAIG, A BATGIRL

Morreu na segunda-feira 17 de agosto, aos 78 anos a atriz e bailarina Yvonne Craig, cujo papel que a tornou famosa no mundo todo foi Batgirl no seriado Batman, dos anos 60.

A atriz faleceu em decorrência de um câncer de mama, que causou metástase no fígado.

Além de Batman, a atriz fez outros trabalhos em Star Trek, terceira temporada e chegou a trabalhar no cinema com Elvis Presley nos filmes Loiras, Morenas e Ruivas e Com caipira não se brinca.


Yvonne engrossa a lista dos artistas que trabalharam em Batman e já faleceram.

Além dela, morreram anteriormente: Alan Napier (Alfred), Neil Hamilton (Comissario Gordon), Stafford Repp (Chefe O'Hara), Madge Blake (Tia Herriet Cooper).

Os vilões: Cesar Romero (Coringa), Burgess Meredith (Pinguim), Vincent Price (Cabeça de Ovo)Victor Buono (Rei Tut).

O famoso Bruce Lee, também já falecido, interpretou Kato, auxiliar de Besouro Verde em dois episódios. Quando Bruce aceitou esse papel, ainda não era famoso como acabou tornando-se alguns anos depois.

Há, certamente, outros atores que participaram do seriado e já faleceram.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Tributo - 144

MORRE CHRISTOPHER LEE, O ETERNO CONDE DRÁCULA

Diferente do personagem que virou mito, não foi a luz do Sol, uma bala de prata ou uma estaca no coração que matou Drácula. Na verdade Christopher Lee, 93, morreu no último domingo, (7) em Londres.

A família só divulgou na quinta-feira (11). O ator estava internado com problemas de insuficiência cardíaca e respiratória.

Lee teve carreira de 67 anos em que interpretou alguns personagens que ficaram na história do cinema.

Os mais jovens podem lembrar de Lee como Suruman, de O Senhor dos Anéis, além de o vilão chinês Fu Manchu em cinco filmes. Foi também Sherlock Holmes e seu sucesso maior, Conde Drácula em nove filmes.

Christopher Lee falava oito idiomas (entre eles grego e russo) e sonhava em ser bailarino ou cantor de ópera. Acabou ator.

Com 1,96 de altura, voz grave e postura de lorde, Lee fez sucesso imediato no papel do vampirão, rivalizando com Bela Lugosi, tido por muitos como o melhor Drácula de todos os tempos, pelo papel vivido em 1931.

Lee era casado com a ex-modelo e pintora dinamarquesa Birgit Kroencke desde 1961. O casal teve uma filha: Christina.

Um dos maiores prazeres de Lee era o heavy metal, curtindo bandas como Rhapsody os Fire e Manowar. 

No ano passado, do auge de seus 92 anos, gravou um disco de heavy metal.

Seu nome de batismo era Christopher Frank Carandini Lee e nasceu em 27 de maio de 1922, em Londres.   

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Apresentadores - 1

Jacinto Figueira Júnior
Nascido 4 de dezembro de 1927 e falecido aos 78 anos, em São Paulo, 27 de dezembro de 2005.

Tornou-se famoso como O Homem do Sapato Branco, trabalhou em rádio, com passagem marcante pela Rádio Nacional (hoje Globo) nas décadas de 60 e 70, onde tinha um quadro de dramatizações em que retratava o drama dos ouvintes, sempre das camadas mais pobres.

Estreou em TV na Cultura, em 1963, com o programa Fato em Foco e depois com Câmera Indiscreta.

Em 1966 criou o programa O Homem do Sapato Branco (alusão aos sapatos brancos com os quais sempre se apresentava e eram focalizados pelas câmeras). O programa foi sucesso instantâneo, mas logo saiu do ar com problemas com a Censura Federal da ditadura. Foi o introdutor da linha “mundo-cão” na TV brasileira, explorando dramas, aberrações físicas e mostrando até brigas de casais e vizinhos no palco.

Jacinto Figueira Júnior voltou à televisão já na década de 80, passando pela Bandeirantes, Globo, Record e SBT. Seu último trabalho em TV foi num quadro do programa Aqui Agora, no final dos anos 90.

Em 2001 foi vítima de um derrame que o deixou com sérias sequelas. Chegou a aparecer numa entrevista no leito de um hospital onde, apesar de visivelmente sem a menor possibilidade, dizia querer voltar à TV.

Morreu em 2005, pobre, esquecido e sem realizar seu último sonho.

Curiosidades
<> Nos anos 50 integrou o grupo musical Júnior e seus Cowboys fazendo sucesso com música country.
<> No final dos anos 60 gravou um disco e a música O Charreteiro chegou a fazer grande sucesso.
<> Fez uma telenovela e uma fotonovela no final dos anos 60.
<> Em seu programa da Rádio Nacional, em que fazia dramatizações, Lucimara Parisi atuava como radio-atriz.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Grupos e Conjuntos - 5


NOVOS BAIANOS

Formado em 1969 e ativo por dez anos, os Novos Baianos reuniu um grupo de jovens baianos que marcou a MPB e até mesmo o rock brasileiro da década de 70.

Com cabelos compridos, sob forte influência visual da Tropicália, o grupo era eclético, compunha e cantava bossa nova, baião, frevo, chorinho e outros ritmos, tendo lançado oito trabalhos. Alguns antológicos.

Moraes Moreira compunha e cantava, Baby Consuelo (hoje Baby do Brasil) também cantava, Pepeu Gomes ficava na guitarra e Paulinho Boca de Cantor era outro que cantava.

O grupo contava com o apoio instrumental de A Cor do Som, que começava a despontar para o sucesso e havia ainda Luiz Galvão, letrista.

Algumas músicas como Preta Pretinha, Brasil Pandeiro e Lá vem o Brasil descendo a ladeira foram grande sucesso e marca registrada.

O grupo voltou a reunir-se, depois da separação, em 1987, 1990, 1997 e 2009 para apresentações esporádicas.

O vídeo mostra o programa MPB Especial, em 1973, na TV Cultura.


Já este vídeo nos mostra Brasil Pandeiro, outro clássico, n mesmo programa.


Curiosidades
<> Baby Consuelo, natural de Niterói, era a única não baiana no grupo.
<> Em 1969 apareceram para o grande público participando do V Festival da Música Popular, na Record, com a música De Vera.
<> O grupo sequer tinha nome definido, quando o coordenador do festival, nos bastidores gritou: “chama aí esses ‘novos baianos’”.

sábado, 29 de novembro de 2014

Tributo - 143

MORRE ROBERTO GÓMEZ BOLAÑOS

Conhecido mundialmente pelos personagens Chaves e Chapolin Colorado, o ator mexicano Roberto Gómez Bolaños morreu, aos 85 anos.

Bolaños estava em sua casa, em Cancun, quando faleceu, na sexta-feira (28). A família não divulgou a causa da morte, mas se sabe que desde quando completou 85 anos, a saúde do ator era bastante frágil e ele encontrava-se acamado.

Ator, escritor, produtor de televisão, cinema e teatro, Bolaños criou os personagens e programas Chaves e Chapolin, que acabaram fazendo sucesso no mundo inteiro.

No Brasil, via SBT, os programas estão no ar por mais de 30 anos (estreou no Brasil em 1984), reprisados exaustivamente, e mesmo assim seguem com excelentes índices de audiência.

O ator foi casado e teve seis filhos. Separou-se e casou-se novamente, desta feita com a atriz Florinda Meza, a Dona Florinda do seriado Chaves.

Apesar de todo o sucesso e de ser querido por milhões de pessoas, de todas as idades, mundo afora, Bolaños criou inimizades dentro do próprio elenco.

Foi processado por Carlos Villagrán (Kiko) e processou Maria Antonieta de Las Nieves (Chiquinha), tudo por direitos autorais dos personagens.

Do seriado Chaves, já faleceram Angelina Fernandes Abad, a Dona Clotilde, também conhecida como a Bruxa do 71 (1994); Raul Padilha, o carteiro Jaiminho (1994); Horácio Gómez Bolaños, Godines (1999). Horácio e Roberto eram irmãos; Ramon Valdez Castillo, Seu Madruga (1988).
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sábado, 15 de novembro de 2014

Atualidades - 35

EVA TODOR COMEMORA 95 ANOS

Com 80 anos de uma carreira vitoriosa, a atriz Eva Todor está comemorando neste mês de novembro de 2014, 95 anos de vida.

Nascida Eva Fodor Nolding, em Budapeste (Hungria), dia 9 de novembro de 1919, Eva tem toda sua vida dedicada ao teatro, cinema e televisão
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Em 40 anos de Globo, fez inúmeras novelas e seu papel mais querido e conhecido é de Kiki Blanche, de Locomotivas.

Curiosamente seu primeiro papel na Globo foi em uma novela que acabou não indo ao ar. Ela seria Dona Pombinha Abelha, na versão de Roque Santeiro que foi censurada.

O papel, quando a novela acabou indo ao ar, dez anos depois, ficou para Heloisa Mafalda.

Eva Todor, que sofre de Mal de Parkinson, sonha ainda em voltar a fazer TV, mesmo que seja um pequeno papel, como ela mesma diz.

Seu aniversário foi festejado ao lado de amigas como Beatriz Lyra, Ilka Soares, Tereza Amayo e Nathalia Timberg (foto).


Eva estará ainda no decorrer deste mês recebendo homenagens e mais homenagens no mundo artístico.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Humoristas - 11

RONY CÓCEGAS

Nascido Ronilson Nogueira Moreira, Rony Cócegas foi comediante, ator e músico, nascido em Salvador, 17 de abril de 1940 e falecido em São Paulo, 25 de julho de 1999.

Sua estréia em TV foi na Excelsior, em 1967, no programa de Raul Gil, fazendo imitações. Depois, na mesma emissora trabalhou no Show do Riso.

Na televisão atuou em humorísticos como Os Pankekas, Chico City, Bozo, A Praça é Nossa, Escolinha do Professor Raimundo e Escolinha do Barulho.

O apelido de Rony Cócegas veio de antes da fama televisiva, quando tocava bateria na noite de Salvador.

Atuando também em teatro e cinema, seus personagens mais famosos foram Lindeza, criador do bordão “calma, cocada!” e Galeão Cumbica.

Morreu de falência múltipla de órgãos, problemas decorrentes do alcoolismo em São Paulo e seu corpo foi sepultado em Salvador.


Rony foi casado com Irene Santana e deixou os filhos Rogerson e Robinson.


segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Tributo - 142

MORREU MILTINHO

Morreu no domingo, 7 de setembro de 2014, aos 86 anos, no Rio de Janeiro, o cantor Miltinho.

Nascido Milton Santos de Almeida, o cantor teve destaque nos anos 60 e seu maior sucesso foi Mulher de 30. Miltinho estava internado em um hospital no Rio de Janeiro e morreu de parada cardíaca, onde estava tratando-se de problemas pulmonares havia dois meses.

Outras músicas que foram sucesso na voz do sambista foram Mulata Assanhada, Palhaçada, Laranja Madura e Volta, entre outras.

Segundo uma filha do cantor, ele havia deixado de fazer shows havia quatro anos, desde que foi diagnosticado com Mal de Alzheimer.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

TRIBUTO - 141

MORRE ROBIN WILLIAMS

O ator americano Robin Williams foi encontrado morto em sua residência, na California, nos Estados Unidos na manhã desta segunda-feira .

Conforme as primeiras investigações suspeita-se que Robin McLaurin Williams, 63 anos, teria se suicidado por asfixia. Outra investigação mais pormenorizada deverá elucidar o caso.

Vencedor de um Oscar, de ator coadjuvante, no filme Gênio Indomável (1997), Williams também atuou com destaque em O Pescador de Ilusões, Sociedade dos Poetas Mortos e Retratos de uma Obsessão, entre outros.

O ator e comediante iniciou em 1977 na televisão e, no cinema, seu primeiro filme foi em Popeye, onde interpretou o próprio marinheiro fortão, em 1980.


Um de seus filmes de maior sucesso foi Uma Babá quase perfeita (1993) onde deu vida à Sra. Doubtfire.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Seriados - 50

BARETTA

Baretta foi uma série produzida por Roy Huggins-Public ARTS Productions em conjunto com a Universal TV, sendo levada ao ar originalmente pela Rede ABC, de 17 de janeiro de 1975 a 18 de maio de 1978, num total de 82 episódios, da um com 60 minutos, coloridos.

Tony Baretta, vivido por Robert Blake, era um policial de estilo de vida não muito convencional e um tanto excêntrico. Morava em um quarto de hotel e vivia com um cachorro e uma cacatua de nome Fred.

O estilo de Baretta era despojado. Vivia de calça jeans, camiseta e uma boina, que era sua marca registrada. Filho de pobres imigrantes italianos, era mestre em disfarce, usando isso como uma arma para infiltrar-se nos ambientes e desvendar crimes.

Seu melhor amigo era o gerente do hotel em que morava, o policial aposentado Billy Truman (Tom Ewell), que sempre acabava ajudando-o nas investigações. Seu chefe na polícia era o inspetor Shiller (Dana Elcar), que atuou somente na primeira temporada. Posteriormente o tenente Hal Brubaker (Edward Grover) passou a ser seu comandante.

Parte do público reclamou que o seriado era muito violento, então foi criado a personagem Rooster, ou Galo, vivido por Michael D. Roberts, um informante muito engraçado, que veio trazer uma boa dose de humor, tornando a série mais leve.

CURIOSIDADES
<> Em alguns episódios a então esposa de Blake, Sandra Blake, atuava como atriz convidada.

<> Em 5 de maio de 2001, Robert Blake, cujo verdadeiro nome era Michael James Vijencio Gubitosi, foi preso, sob  acusação de assassinar sua esposa, na época, Bonny. Foi inocentado em 2005.

<> A canção que foi tema do seriado foi Keep Your Eye on the Sparrow, na voz de Sammy Davis Jr. E transformou-se em grande sucesso.


<> Baretta foi inspirado em outro seriado de TV, chamado Toma, apresentado pela ABC entre 1973 e 1974, estrelado por Tony Busante e Susan Strasberg, que embora sendo sucesso, durou apenas uma temporada.

sábado, 5 de abril de 2014

Tributo - 140

MORRE JOSÉ WILKER

Uma notícia que pegou o Brasil de surpresa na manhã deste sábado, 5 de março de 2014.

O ator morreu em seu apartamento, no Rio de Janeiro, vítima de infarto fulminante. Wilker tinha 66 anos.

José Wilker deixa duas filhas. Mariana, com a atriz Renée de Vielmond, e Isabel, com a atriz Mônica Torres.

Nascido em Juazeiro do Norte-CE, em 20 de agosto de 1947, José Wilker de Almeida foi ator, diretor, cineasta, crítico de cinema, escreveu para jornais e emprestou sua voz para inúmeros comerciais de TV.

Deixou personagens inesquecíveis como Mundinho Falcão, Roque Santeiro, Demóstenes Maçaranduba da Costa, Geovani Improta e inúmeros outros.

A notícia da morte pegou à todos absolutamente de surpresa e está causando grande consternação.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Fora do Ar - 1

HELOÍSA MAFALDA


Atualmente mora na Serra de Petrópolis
Com 89 anos (vai completar 90 em setembro de 2014), Eloísa Mafalda – ou Mafalda Theotto – natural de Jundiaí, vive atualmente numa ampla casa com belo jardim – ela se diz, hoje, uma jardineira – em Petrópolis, com a filha Miriam.

Neta de pais italianos, Eloísa diz que entrou para o meio artístico meio que ao acaso, levada pelo irmãos Oliveira Neto – uma das mais belas vozes do rádio.

Neto foi locutor nas rádios Tupi e Difusora, em São Paulo e Eloísa era costureira e posteriormente foi auxiliar de escritório nas Emissoras Associadas.

Maria Machadão em Gabriela
Contratado pela Tupi-Tamoio do Rio de Janeiro, Oliveira Neto levou a irmã, convencendo-a a fazer um teste de rádio-teatro, onde passou a fazer radionovelas na Rádio Nacional, passando depois para a TV Paulista (hoje Globo).

De atriz dramática, acabou trabalhando em A Praça da Alegria onde encontrou-se com o humor, coisa que marcou sua carreira.

Dona Nenê com Jorge Dória marcou época
Dentre os grandes papeis da atriz pode-se citar Pombinha Abelha (Roque Santeiro), Maria Machadão (Gabriela), Gioconda Pontes (Pedra Sobre Pedra) e Nenê (A Grande Família).

Dona Nenê, aliás, é a personagem que a atriz mais gosta até hoje, embora sua memória esteja muito debilitada e ela sequer lembre da maioria de seus brilhantes papéis.

A atriz foi casada com Miguel Teixeira e teve dois filhos. Uma queda em casa, quebrou-lhe o fêmur e convive com as seqüelas do traumatismo.

Dona Pombinha, com Ary Fontoura
em Roque Santeiro
Completamente reclusa e afastada do meio artístico, Eloísa Mafalda declarou em uma de suas últimas entrevistas que “acho que as pessoas não se lembram mais de mim  e que não faço falta. Há muitas atrizes novas, bonitas e talentosas por aí”.


Grande engano. Eloísa Mafalda jamais será esquecida.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Seriados - 49

O HOMEM DO FUNDO DO MAR

Levado ao ar entre os anos 1977 e 1978, foi um seriado em 13 episódios, cujo protagonista foi Patrick Duffy, que deu vida à Mark Harris, um sobrevivente do continente perdido de Atlântida.
           
Harris é encontrado numa praia, com amnésia e cientistas descobrem que trata-se de uma espécie de anfíbio e acreditam ser o último sobrevivente  da cidade perdida de Atlântida.

O ser respira debaixo d’água e resiste a extrema pressão, tendo ainda uma força descomunal. Fisicamente tinha guelras perto das orelhas e membranas entre os dedos das mãos e pés.

Harris passou a fazer parte de uma fundação americana que explorava o fundo do mar. Envolve-se com a drª Elizabeth Merrill (Belinda Montgomery) e tinha como grande amigo CW Crawford (Alan Fudge). O vilão principal foi o senhor Schubert (Victor Buono, que já havia vivido o Rei Tut, no seriado Batman).

Patrick Duffy, alguns anos após, faria sucesso como irmão de JR em Dallas.


O seriado foi apresentado no Brasil originariamente pela Globo e, posteriormente, pela Record.